não temos nada

nous n'avons rien

→ não
phrase Uncommon #11,885
nous n'avons rien Peut être suivi de « a fazer », « para comer », ou « que ver com » selon le contexte.
PO: Hoje não temos nada para jantar.
FR: Ce soir, nous n'avons rien à dîner.

Não temos nada contra a senhora.

Nous n'avons rien contre vous.

— Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos (1988)

Mas como classe social, não temos nada.

Mais en tant que classe sociale, nous n'avons rien.

— O Leopardo (1963)

Não temos nada.

Nous n’avons rien.

— Segunda-Feira ao Sol (2002)

Não temos nada a fazer por aqui.

Nous n’avons rien à faire par ici.

— Astérix e Obélix: Missão Cleópatra (2002)

Há séculos que não temos nada.

Cela fait des siècles que nous n'avons rien.

— No (2012)

Não temos nada para comer.

Nous n'avons rien à manger.

— Lagaan: A Coragem de um Povo (2001)

Não temos nada a perder.

Nous n'avons rien à perdre.

— Um Tiro na Noite (1981)

Não temos nada!

Nous n'avons rien !

— Destruição Final 2 (2026)

Ele não veio trabalhar, e não temos nada que ver com ele.

Il n'est pas venu travailler, et nous n'avons rien à voir avec lui.

— O Segredo dos seus Olhos (2009)

Quero que saibam que não temos nada a ver com armas.

Je veux que vous sachiez que nous n’avons rien à voir avec les armes.

— O Peso de um Passado (1988)

Além disso, não temos nada pra falar.

Par ailleurs, nous n'avons rien à dire.

— Viver (1952)

Não temos nada na casa.

Nous n'avons rien dans la maison.

— Era Uma Vez em Tóquio (1953)

Não temos nada?

Nous n’avons rien ?

— RRR: Revolta, Rebelião, Revolução (2022)

Estamos a três semanas de ir ao ar e não temos nada.

Nous sommes à trois semaines de la diffusion et nous n'avons rien.

— No (2012)

Que não temos nada em comum.

Que nous n'avons rien en commun.

— Caminhos do Crime (2026)

Não temos nada a fazer.

Nous n'avons rien à faire.

— A Doce Vida (1960)

Não temos nada para negociar.

Nous n'avons rien à négocier.

— Destruição Final 2 (2026)

Não importa, não temos nada para dizer.

Peu importe, nous n'avons rien à dire.

— Roma, Cidade Aberta (1945)